… E FOI DADA A LARGADA!

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Novembro começou, e começaram também as especulações ao maior e mais cobiçado prêmio da indústria cinematográfica.

O que pode-se dizer é que, até o momento, os únicos festivais importantes que aconteceram foram Cannes e Veneza, e os filmes com mais ‘cara de Oscar’ a se destacarem foram “Birdman“, de Alejandro Gonzáles Iñarritú, “Boyhood“, de Richard Linklater, “Wild“, de Jean-Marc Valeé e “Foxcatcher“, de Bennett Miller (o único a sair com algum prêmio, o de direção, em Cannes), que já era cotado desde o ano passado, quando foi adiado para 2014 para ter mais tempo de pós-produção e uma campanha menos concorrida que a de 2013.

E Telluride e Toronto não passam de grandes feiras – e que, ainda por cima, não se ‘bicam’, como acontece no Brasil com o Festival do RJ e a Mostra SP – , onde os longas em exibição ainda estão à procura de algum estúdio que os distribua, sendo que alguns poucos sortudos terão direito a uma gorda campanha de promoção.

Com “The Imitation Game” consagrando-se vencedor em Toronto, podemos começar a projetar um cenário um pouco menos nebuloso, onde o filme dispara na frente como um dos favoritos, uma vez que será distribuído pela Weinstein Co., que tem em mãos outro título bem interessante, “Big Eyes“, de Tim Burton, e mesmo com o fiasco do ano passado, quando tinha os fracos “O Mordomo da Casa Branca” e “Álbum de Família” como principais apostas, nunca se deve duvidar da força desse câncer chamado Harvey Weinstein.

E agora, com a antecipação do NYFF (New York Film Festival), estes mesmos filmes tentarão ganhar força juntamente com outros bem cotados como “Gone Girl“, de David Fincher, “Whiplash“, de Damien Chazelle, “A Most Violent Year“, de J.C. Chandor, entre outros.

Isso sem mencionar os ‘peixes grandes’ que irão estrear e passar nos festivais seguintes, como “Interstellar“, de Christopher Nolan e “Inherent Vice“, de Paul Thomas Anderson, só para citar dois dos que estão criando maiores expectativas.

Mas por enquanto tudo não passa de projeção, e é muito fácil citar 50 filmes, 30 diretores, 100 atores e atrizes agora para, em janeiro, dizer que tinha razão. O que se tem no momento são apenas nomes ao vento, ninguém pode cravar quem sairá com a estatueta em 2015, por isso muita calma nessa hora, a corrida ao ouro está apenas começando.

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